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Sr. Tião Tino

Saudade da Minha Infância

Eu me lembro com saudade do tempo que fui criança,
do meu carro de 4 roda que eu tinha feito de madeira,
o eixo de taiúva, as rodas de aroeira, ficô na lembrança,
só descia e não subia, fartava tração nas roda traseira.

Também brincava com canoa de folha de coqueiro,
remava a canoa no seco junto com os companheiro.
o tempo passou depressa e todos envelheceram,
meus cabelos branquiaro e as rugas apareceram.

Agora resta saudade dos dias de festa na nossa cidade,
as minhas colegas de infância,
todas desapareceram deixando saudade,
umas porque mudaram e outras porque morreram.
Acabou a vaidade dos meus tempo de sorteiro

Quem quer viver feliz que aproveite a mocidade,
quando chega a velhice acabatoda habilidade.
o tempo passo deixando saudade,
levo minhas amigas que eu tinha amizade.

Acabô minha saúde, as pernas enfraquecero,
o galo que tem cambiro, dorme embaixo do puleiro.
O tempo passo voando e muito ligeiro, agora só resta
saudade do carro de 4 roda e a canoa do coqueiro.

Cidade de São Bento

Vem gente de todo lado
Pra ver a sua beleza,
Pra respirar o ar puro,
Que é nossa maior riqueza.

Subindo o alto da serra
para ver o sol nascer brilhante,
para aliviar o meu cansaço,
eu sentei por um instante.

Olhei pra lado do sul
enxerguei o céu azul
e as matas verdejantes,
vi a Pedra do Baú
com beleza exuberante.

Dos nossos pontos turísticos
é um dos mais importantes,
aonde vem a rede Globo
pra filmar o Paiol Grande.

Minha Vida Em Versos

Senhores prestem atenção,
vou contar o meu passado,
do modo que fui criado.
Com dezenove anos de idade,
já era um homem casado.
Com vinte anos
já era pai de família.
Meu primeiro trabalho
foi o de bóia fria.

Trabalhava das 7 às 5,
foi no tempo dos mil réis.
Sonhava com mil e duzentos,
mal dava pra comer,
só com muita economia.
Comprar roupa eu não podia,
Das 5 até as 9 muita coisa eu fazia.
A família aumentava
E da dívida eu não saía.

De empregado,
passei a ser patrão,
plantando milho.
Engordava muitos porcos
e vendia em Campos do Jordão.
sou pai de doze filhos,
que criei com judiação.

Coloquei pra trabalhar
na enxada, pra sua manutenção.
hoje todos são maiores de idade
e eu vivo na solidão.

A esposa viva e acamada,
meus filhos cuidam de mim.
Todos no mundo
cumprem sua missão.
eu tenho que trabalhar
e lutar, porque o mundo é assim.

Com minha esposa
troquei aliança.
Já não tenho tentos sonhos,
mas não perco a esperança.
Sou um homem casado
até o dia que eu morrer.
Todos os que assumem o matrimônio,
tem de cumprir seu dever.

Agora eu peço a minha família inteira,
peço perdão á minha esposa
pelas vezes que não fui bom companheiro,
pelas vezes que a ofendi,
por ser um marido grosseiro.

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